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Março!

Desta vez não vou pedir desculpas pelo atraso, acredito que todos já estejam acostumados com os meus sumiços.

Pois bem, março chegou e, neste mês, se nada der errado, sairá o volume II de Crônicas. Quem estará estrelando esse novo volume? Bem, isso vocês só vão descobrir comprando e lendo o livro. Eu detesto “spoilers”, logo, porque eu colocaria um?

Além disso, hoje eu fiz algo que à muito tinha que fazer: reorganizei o link “Aonde Comprar” que tem na barra do topo, deixando-o mais dinâmico. Espero realmente que gostem.

E, por fim, adicionei, em versão .pdf e .mobi uma história curtinha que escrevi sobre o reino de Sudher, aquele que foi o mais famoso reino do continente de Noritvy. É só ir em extras e clicar em Material Complementar.

Um bom carnaval à todos!

Mais material

Sim, estou devendo a segunda parte de “O nascimento de um mundo” mas, infelizmente, não é hoje que vou posta-la. Ao mesmo tempo, se forem em “Extras”, coloquei um novo arquivo em “Material Complementar” com mais material sobre Noritvy.

Bandeiras e Brasões

Brasões e Bandeiras

Após falar dos brasões das famílias, hoje vou falar sobre a criação das bandeiras e dos brasões dos reinos e de suas capitais. Este é o post que eu disse que tinha que ter vindo antes do post anterior mas que eu resolvi inverter a ordem. E vocês já saberão o porque em breve.

Arlon & Erdan: Impossível falar de um sem falar de outro e, sendo assim, falarei dos dois ao mesmo tempo. Arlon tem o único brasão descrito em “O Retorno” e, ainda assim, mal e porcamente: eu apenas falo que é dividido em quatro campos, reunindo o azul da rainha com o vermelho e branco do rei e com a rosa da rainha no campo superior direito do brasão.

Na hora de passa-lo para o papel, bem, aí foi mais complicado. De cara eu havia decido que o brasão dos Fornorimar (a família do rei) seria uma fortaleza amarela e decidi que ela e a rosa da rainha ficariam em diagonal e ambos sob campos azuis.

Restava então o vermelho e branco do rei. No desenho original, em menores dimensões e com pior resolução gráfica, eu coloquei os dois campos restantes como brancos com uma borda vermelha e, aparentemente ficara bom.

Feito o brasão de Arlon, decidi bolar o de Erdan. Se o de Arlon era dividido em quatro campos, o de Erdan seria dividido em dois. Se o de Arlon era azul, vermelho e branco, decidi que o de Erdan seria verde, vermelho e branco, com o verde fazendo referencia à fertilidade das terras do reino. E assim o brasão de Erdan ficou sendo um brasão dividido em dois onde a metade esquerda (de quem olha) era verde, lisa e a outra branca com uma borda vermelha (como em Arlon) com o castelo dourado do rei no centro.

Algum tempo se passou, lancei o livro, comecei a bolar o site e resolvi refazer o brasão usando imagens heráldicas vetoriais que eu achara na internet.

Quando eu refiz o brasão de Arlon, de cara o campo branco com borda vermelha não me agradou muito mas eu resolvi manter. Agora, quando refiz o de Erdan, bem, com o perdão da má palavra, ficou uma merda. E resolvi, por falta de idéia melhor, que ele passaria a ser meio verde, meio vermelho, sem branco.

Um pouco frustado com os brasões, resolvi desenhar as bandeiras para me distrair. Enquanto eu nao conseguia chegar à um formato definitivo para a bandeira de Arlon, a de Erdan foi simples: uma bandeira com três listras, a superior verde, a do meio branca e a inferior vermelha, num tom mais escuro que o do brasão , onde o verde representaria a prosperidade, o branco a paz e o vermelho escuro o sangue que precisou ser derramado para alcançar os dois primeiros. Desenhado tudo, olhei e pensei: “pqp, ta parecendo a bandeira da Hungria” mas, como eu gosto da bandeira húngara, mantive o desenho e passei a me ocupar dos brasões e da bandeira de Arlon.

Acontece que, pesquisando por idéias na internet, não me lembro por que, eu abri uma imagem do brasão da Hungria e um estalo me ocorreu. Em vez do campo branco com borda vermelha ou do campo todo vermelho, porque não usar um campo listrado vermelho e branco? E antes que me perguntem, o brasão da Hungria é dividido em dois campos verticais onde o campo da direita do brasão é vermelho e branco listrado e o da esquerda vermelho com colinas verdes na base e uma cruz branca fincada no topo destas.

Para não ficar uma copia total, mantive o campo verde todo verde e à direita do brasão de Erdan e o campo listrado à esquerda com o castelo no centro.

Apliquei o padrão listrado no brasão de Arlon e esse ficou igualmente bom. Tendo aprontado os dois brasões e a bandeira de Erdan, faltava apenas a bandeira de Arlon. E, acreditem, não foi fácil.

Eu fiz 12 modelos de bandeira antes de escolher um, com a ajuda do meu irmão e do meu amigo e colaborador Nikolas. Tentei padrões de listras diagonais, cruzes centrais (como a da bandeira inglesa), cruzes nórdicas (como a da bandeira sueca) usei vermelho e branco, vermelho, azul e branco e até vermelho, branco e amarelo e nada.

Por fim, pensei: “Se Erdan é a Hungria, por que não Arlon ser a Áustria?” Desenhei uma bandeira com três listras horizontais iguais, duas vermelhas e uma branca, onde as vermelhas representariam as montanhas que cercam o reino e a branca o vale onde o reino fica e, dentro do campo da “homenagem ao antigo reino do sul de onde veio a rainha” acrescentei duas finas faixas azuis separando as faixas vermelhas da branca.

Reino Alado: para contrastar com o vermelho e branco abundante em Erdan e Arlon, de cara decidi que as cores do Reino Alado seriam o verde e o amarelo.

O brasão da capital alada tem uma concepção simples: uma águia dourada (que representa o povo) surgindo de trás de colinas verdes (que representam as montanhas onde se situa o reino) e uma coroa aos pés da águia, representando o poder real.

A bandeira foi mais simples ainda mas me agradou profundamente e é até hoje uma das minhas favoritas: uma águia dourada, no estilo usado pelas legiões romanas num fundo verde com uma borda dourada. Simples mas funcional, não?

Griffia: para o reino dos bravos anões cavaleiros de grifos, escolhi as cores cinza e amarelo, uma combinação não usual, com o cinza representando as rochas da cordilheira central (onde fica o reino) e o amarelo a riqueza extraída desta.

O brasão da capital, Tilania, é dividido em quatro campos, dois cinzas e dois amarelos, onde, nos campos cinzas, se vê dois machados dourados cruzados e, em cada um dos amarelos, um grifo cinza.

A bandeira de Griffia é simples: dividida em dois campos verticais, um cinza e um amarelo, com um grifo em cada campo, na cor do campo oposto e encarando o outro grifo. De todas é a que menos me agrada mas, por outro lado, não consegui pensar em nada diferente.

Reino das Montanhas Negras: o outro reino dos anões. Para este escolhi as cores negra (referencia obvia ao local onde ele fica) e dourado, como símbolo de prosperidade.

Assim como na maioria dos casos, primeiro eu criei o brasão, no caso, da capital, a cidade subterrânea de Negrurian. O brasão é dividido em uma área dourada, inferior e uma negra, superior, na proporção 2:1, com a diferença de que, em vez de fazer uma linha reta separando as duas cores, optei por fazer um denteado, como se houvessem montes dourados penetrando o negro ou estalactites negras penetrando o dourado. E a idéia desse desenho é dupla, com a linha denteada representado tanto a fortuna acumulada pelos anões sob os seus tetos de rocha negra quanto as estalactites que descem do teto.

Na faixa negra optei por pôr duas ferramentas douradas cruzadas, representando o trabalho anão e, na dourada, optei por pôr uma roda dentada negra, representando a engenharia anã.

A bandeira é simples mas como eu imagino os anões das montanhas negras como um povo simples, combina com eles. Ela é toda negra, com borda dourada e as mesmas ferramentas presentes na faixa negra do brasão de Negrurian.

Acho que por hoje é só leitor. E sim, desta vez não coloquei links para os brasões, mas por um bom motivo: se fores na barra do topo do blog e apertares em “Extras”, surgirá varias opções, dentre elas “Bandeiras” e “Heráldica” onde poderás ver os brasões dos quais falei aqui.

Até um outro dia!

Ps: se quiseres perguntar algo ou comentar qualquer coisa, é só escrever aqui embaixo!

Não paro!

Eu posso ter parado de postar aqui, infelizmente, mas não paro de trabalhar. Trago algumas novidades para vocês. Vamos à elas:

1- O livro de contos que erá a continuação de “O Retorno” está já praticamente pronto. Não tenho data nem previsão de lançamento, mas pronto já está 🙂

2- Já tem uma nova versão do guia “Noritvy: Material Complementar”  no ar, com o Vocabulário dos nomes incluído.

3- O outro projeto, citado no post anterior, segue avançando 🙂

Extras!

Depois de um “longo inverno” de quase três meses sem post aqui (sim, é vergonhoso mas é a triste verdade, fazer o que?), eu criei vergonha na cara e resolvi atualizar este blog.

Aqueles que forem checar na guia extra situada na barra aqui em cima verão que existem duas novas opções: “Fichas” e “Material Complementar”. E o que seriam estes?

Bem, na guia “Fichas” eu disponibilizei guias sobre os principais reinos que existem no continente de Noritvy enquanto na guia “Material Complementar” eu disponibilizei três arquivos de pdf onde falo sobre os povos do continente, suas religiões e seus idiomas.

Re-organizando

Eu re-organizei a página de Extras aqui do Blog, deixando a mais fácil de ser visualizada e mais fácil de se achar o conteúdo procurado.

Espero realmente que gostem.

Mais Extras

Acrescentei mais algumas imagens na página de Extras, que já penso em dividir em diretórios, do tipo “Brasões”, “Mapas” e etc. O que acham?

Extras

Como podem ver aqui no topo, bem, acrescentei mais uma pagina no blog: “Extras”.

Alem de apaixonado por mitos europeus, também sempre fui apaixonado por bandeiras e heraldica europeia e, assim, resolvi fazer algumas bandeiras e brasões relacionados ao cenário de “O Retorno”.

Também sempre fui um grande fã de mapas e, assim, resolvi acrescentar dois mapas desenhados por mim na parte de Extras, assim como uma pequena charge que desenhei.