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Sinal de Vida

Só passando aqui por dois motivos:

1- Dar um sinal de vida, sim, to vivo, não, não to postando do Além
2- Atualizei o link de download de alguns materiais extras (a p### do 4shared tinha deletado os arquivos porque eu não mexia na conta a algum tempo)

Ah, antes que me esqueça: em breve devo botar mais um texto novo no ar…

Misturando Línguas / Criando palavras

Retomando o blog, vou abordar um assunto que muito me interessa quando se trata de textos de fantasia: a criação de nomes, palavras e idiomas.

Uma das maiores dificuldades para um escritor de fantasia, ao meu ver, é justamente criar nomes, palavras, línguas. Claro, se você for um Tolkien não é problema algum mas é difícil de chegar no nível do Professor.

Eu, basicamente, tive sempre esse dificuldade, em todos os meus textos. Eu acredito que nomes tem poder, tem que ter significado e, assim, não basta qualquer nome. Afinal, quem levaria à sério um texto de fantasia com um elfo chamado João ou Manuel? Por favor, caso você se chame João ou Manuel, não se ofenda comigo mas venhamos e convenhamos, não são nomes “elficos”.

No meu caso o problema só aumenta pois eu gosto de nomear tudo. Não tenho a pretenção de criar um idioma do zero, não tenho tempo nem capacidade para isso mas gosto de criar nomes com significados.

Atualmente eu utilizo três sistemas para isso: Ou eu crio um nome do nada, misturando sibilas, sons e depois fico quebrando a cabeça para arranjar um significado, como por exemplo o nome dos reinos de Arlon e Erdan (aliás, na parte de extra tem um texto sobre a origem de ambos os reinos o significado de seus nomes), que é o método mais “difícil” ao meu ver, ou eu pego palavras de um idioma e simplesmente modifico levemente (num texto meu não relacionado ao “universo” de Nortivy aparece um machado de guerra chamado “Worakre”, que veio do inglês “war axe”, que significa justamente machado de guerra) ou, por fim, misturo palavras de idiomas diferentes. 

Aqueles que já tiverem baixado o Guia de Material Complementar de Noritvy, disponível para ser baixado aqui no site já devem ter notado que lá tem um calendário com o nome dos meses de Noritvy. O nome dos meses eu criei misturando japonês com francês, sim, isso mesmo que você está lendo. Uma mistura exótica, não? Eu defini que o ano teria doze meses, peguei o nome dos número de 1 a 12 em japonês e em francês e misturei, pegando a primeira sílaba do número em francês com a primeira sibila do número em japonês. 

Uma curiosidade básica: em japonês os números onze e doze são escritos como se fossem “dez um” e “dez dois”, no caso “juuichi” e “juuni” e assim, quando eu criei o nome dos meses misturando japonês com francês, os três últimos meses, o décimo, o décimo primeiro e o décimo segundo acabaram terminando em “ju”, no caso “Diju”, “Onju” e “Douju” respectivamente.

E você, leitor? Já tentou criar palavras novas ou mesmo um novo idioma? Como você fez? Conte nos comentários. 

Mais um texto

Seguindo a minha proposta de manter este blog mais ou menos ativo, dentro do possível e disponibilizando mais material para vocês, leitores, acrescentei mais um texto (ou seria um ensaio?) na parte de textos. Cliquem e confiram!

7 anos

7 anos, 7 anos que o meu primeiro livro foi lançado. Muito tempo, não? De lá para cá se seguiram mais quatro livros, perdi amigos, ganhei amigos, mudanças de emprego, fios brancos na cabeça e muitos projetos novos para terminar.

Acho que nesse ínterim a única coisa que não mudou de fato na minha vida foi o meu status civil, continuo, como diz a canção, “solteiro no Rio de Janeiro…”.

E você, leitor? Como a sua vida mudou nos últimos sete anos?

1ª Promessa

Bem, já posso dizer que uma das promessas de 2019 foi cumprida e não, não foi terminar o tijolo mas foi algo quase tão legal quanto.

Se vocês forem na “aba” ou “botão” Extras na faixa azul acima aqui da postagem do site e clicarem nele verão que há uma opção nova: “Textos” e nesta tem dois textos inéditos disponíveis: “A Elfa Negra” e “Sombras do Passado”, dois textos bem curtos, um com duas laudas (aquela pagina do Word, sabe?) e o outro com dezessete laudas.

Espero que agradem! Um bom e caloroso janeiro à todos!

2018 (quase 19)

Sim, faz mais de um ano que não atualizo isso aqui. A essa hora os poucos leitores que acompanhavam esse blog (fora os spammers russos e americanos) já devem ter desistido deste pobre escriba.

Infelizmente (ou felizmente, na verdade porque eu gosto dele) eu tenho outro emprego e dentro da correria deste e da vida moderna, eu acabei assumindo um ritmo de escrita mais lento do que o do autor de Game of Thrones. Ok, eu tenho a vantagem em cima dele do fato de não ser gordo, ser bem mais novo e gostar de exercitar. claro, se formos comparar, por outro lado, a fama e a conta bancaria, ai eu perco de goleada.

E para aqueles que acham que estou exagerando, meu ultimo post aqui, à quase um ano e quatro meses comemorava o fato de eu terminado o paragrafo 55. Bem, desde então eu terminei somente mais um. Isso porque uma das minhas metas para 2018 era terminar o tijolo. E não, não me botarei isso como meta para 2019

Mas calma, eu prometo que vou terminar o tijolo. Quando e em que ano, infelizmente não posso prometer mas vou acabar ele sim. Detesto deixar uma boa historia sem fim.

O que eu prometo (embora não sei se eu vá conseguir) é tentar atualizar mais este blog/site, tentar por mais material extra, mais curiosidades, mais mapas, símbolos e outros conteúdos referentes ao mundo de Noritvy aqui. Se a “JK” pode ter o Pottermore, porque eu não posso ter o meu site com conteúdos extras também? E que fique bem claro, não estou me comparando com ela. Eu me comparar com ela seria como uma pulga se comparar com um leão. E não preciso explicar quem é a pulga, não é mesmo?

Antes que eu me esqueça, eu termino esse post com uma promessa que eu pretendo cumprir, só não sei se antes do réveillon ou depois: vou disponibilizar aqui um pequeno e-book, editado e montado por mim (alta chance de ficar meio tosco) com dois contos inéditos.

Então é isso! Um bom natal e um excelente 2019 para todos nós!


55

Bem, acabo de terminar o capítulo 55 do “Tijolo” (o nome carinhoso que eu dei ao prequel). Foi um capítulo que, em certos aspectos, me deu nojo de escrever, não só visualmente mas por mostrar o quão podre alguém pode ser em busca de poder.

Depois de 100848 palavras (sim, isso tudo) e suaves 3994 parágrafos (entenderam porque tijolo?), eu posso dizer, sem medo de ser feliz, que uns 3/4 ou mais da história já estão prontos e que eu caminho já para o desfecho desse gigantesco projeto.

Novidades

Bem, depois de um longo e tenebroso inverno, aqui estou eu de volta. Ok, não tão longo, nem tão tenebroso nem tanto inverno assim, sabe como é, escritores tem o péssimo hábito de exagerar (ou ao menos eu tenho).

A viagem à NY (na verdade NY + Delaware) me fez muito bem. Além de eu ter conseguido relaxar um pouco e ter conhecido uma cidade que eu sempre quis conhecer (recomendo para todos que tenham chance, NY é incrível), ainda conheci duas cidadezinhas lindas no Delaware (Milton e Rehoboth Beach, a auto proclamada capital nacional do verão), bebi algumas cervejas fodas e voltei com algumas ideias na cabeça.

Já consegui escrever um capítulo novo do tijolo, um capítulo que não estava previsto no meu rascunho inicial mas que me permitiu introduzir um personagem que à “séculos”, eu queria introduzir nos meus livros, e tenho ideias engatilhadas para o próximo capítulo, que deve sair assim que eu superar meu vício em “Fire Emblem Heroes” (“maldita” Nintendo e seus jogos viciantes).

Entao, por hoje é só! Até qualquer dia desses.

 

Viagem + Relatório do Prequel

Em primeiro lugar: não,o prequel não avançou quase nada, esperava que o período de ferias do hospital me permitisse escrever mais mas estou travado essa é a verdade. Acha que de férias eu conseguiria tirar a história de dentro da minha “cachola” e passa-la “para o papel” (ou no meu caso, para a tela do tablet) mas ledo engano o meu.

Espero que a semana que vou passar em NY me ajude a destravar.

Bem, é isso e até qualquer outro dia 🙂

 

Mais um ano…

Primeiramente: mil desculpas. Eu passei um ano, sim, um ano sem postar aqui. Até me assustei quando vi. Tenho atualizado a parte de materiais extras, atualizei algum conteúdo em inglês mas postar aqui que é bom, nada…

Adoraria dizer que tenho um novo livro pronto, preste à sair mas, bem, não é verdade. O próximo livro, que eu carinhosamente apelidei de “tijolo”, não foi abandonado, longe disse, está com uns dois terços ou até mesmo uns três quartos escritos. E segue avançando, lentamente, com a velocidade uma tartaruga manca, sempre que a vida corrida me permite escrever (e o meu cérebro não dá “tela branca”) mas segue avançando. Quem sabe em 2017 eu não termino finalmente de escreve-lo? Desejem-me sorte.

Ps: um conselho? Não escrevam “prequels”. Nunca. Dá um trabalho gigantesco principalmente quando se é um escritor como eu que adora citar o passado nos seus livros…