Quarentena

Olá caro leitores, não, não esqueci de vocês, só que esses três meses de quarentena tem mexido com a minha cabeça, como eu imagino que esteja mexendo com a de vocês também.

No inicio eu achei que o maior tempo em casa me ajudaria a escrever mas, bem, acho que só serviu para induzir em mim a famosa “síndrome da pagina em branco” que afeta muitos escritores: você tem a ideia, você tem vontade de escrever mas quando olha para a folha em branco as palavras não saem.

Começo a achar que infelizmente não será nesse ano que o tijolo será terminado mas sabem, isso não me preocupa agora. Agora estou mais preocupado em sair dessa quarentena com saúde e ver a minha familia sair dessa crise igualmente saudável.

Fiquem casa, cuidem-se bem, meus caros leitores e aproveitem para dizer às pessoas queridas o quanto as amam, nunca sabe o dia de amanhã.

Abraços e se cuidem!

Ps: se quiserem alguém para conversar, podem mandar um e-mail para lucas.noritvy@gmail.com , eu juro que respondo 🙂

Vivo

Só para deixar claro, mais uma vez que sigo vivo. Eu até poderia por a culpa na crise do corona para justificar a ausência de posts aqui mas seria uma bruta mentira uma vez que não posto aqui desde o Natal…

Infelizmente não estou usando a quarentena para escrever pois, como alguns sabem, sou medico e sigo trabalhando na linha de frente no combate à pandemia e quando estou em casa só quero saber de relaxar e descansar.

Amanhã ou ao menos em breve devo por um texto novo no ara para distrair quem ainda acompanha esse site.

PS: Fiquem em casa por favor!

Feliz Natal

Primeiramente, um feliz natal e um próspero ano novo à todos que estão lendo isso aqui. 

Originalmente esse post seria só isso aqui mesmo mas meu lado escritor acabou falando mais alto e resolvi abordar um pouco o lado religioso de Noritvy. 

Quando comecei a escrever o cenário de “O Retorno” e mesmo de Noritvy eu pensei criar um panteão de deuses como é bem comum em obras de rpg de fantasia medieval mas, assim como no caso do Professor Tolkien, meu lado católico acabou falando mais alto (não, por favor achem que estou me comparando ao professor) e eu decidi que não haveria “magia divina” em Noritvy. 

Sim, existem várias religiões, cultos à diferentes deuses mas eu decidi que ninguém ganharia dons especiais por seguir o deus A ou B. Isso me abriu espaço para introduzir o cristianismo (e mais precisamente o catolicismo, minha religião) naquele sem parecer que estava tentando favorecê-lo (ou até mesmo catequizar alguém através dos meus livros).

Agora, voltando ao dia de hoje, talvez, agora, você, caro leitor, esteja se perguntando: se existe cristãos em Noritvy então existe Natal lá? Sim, existe mas não numa data fixa como aqui. Deixa eu explicar melhor para vocês não ficarem confusos. O mundo de Noritvy usa um calendário igual ao nosso: 365 anos com ano bissexto só que o ano bissexto de lá não costuma coincidir com o da Terra e a Igreja Cristã de Noritvy (o braço da Igreja Católica lá) costuma usar como referência para comemorar o Natal o nosso calendário e assim, conforme os anos, o Natal pode variar a data em Noritvy (mais ou menos como a Páscoa aqui na Terra).

E o Natal lá acabou se tornando uma festa para reunir e se confraternizar com os entes queridos e acaba sendo comemorado, com esse sentido, até por muitos não cristãos como corre por exemplo, aqui na Terra, no Japão, um país de maioria não cristã mas onde ocorre ainda assim a troca de presentes e a confraternização com os amigos e a família no dia 25 de dezembro. 

Enfim, acho que me alonguei demais. Um Feliz Natal e um próspero ano para você, querido leitor e que 2020 seja um ano incrível para ti e para todos os amigos e família. 

Novo Texto

Bem, demorei mais um pouco do que devia mas tem um novo texto no ar.

Esse texto mostra um reencontro entre alguns personagens logo após “O Retorno de Cavaleiro Branco” (logo tem spoilers) e me permitiu consertar um pequeno conflito de datas que estava ocorrendo entre “O Retorno” e o prequel que eu venho escrevendo à anos.

Agora deixa eu parar de enrolação, bom texto e boa diversão.

Sinal de Vida

Só passando aqui por dois motivos:

1- Dar um sinal de vida, sim, to vivo, não, não to postando do Além
2- Atualizei o link de download de alguns materiais extras (a p### do 4shared tinha deletado os arquivos porque eu não mexia na conta a algum tempo)

Ah, antes que me esqueça: em breve devo botar mais um texto novo no ar…

Misturando Línguas / Criando palavras

Retomando o blog, vou abordar um assunto que muito me interessa quando se trata de textos de fantasia: a criação de nomes, palavras e idiomas.

Uma das maiores dificuldades para um escritor de fantasia, ao meu ver, é justamente criar nomes, palavras, línguas. Claro, se você for um Tolkien não é problema algum mas é difícil de chegar no nível do Professor.

Eu, basicamente, tive sempre esse dificuldade, em todos os meus textos. Eu acredito que nomes tem poder, tem que ter significado e, assim, não basta qualquer nome. Afinal, quem levaria à sério um texto de fantasia com um elfo chamado João ou Manuel? Por favor, caso você se chame João ou Manuel, não se ofenda comigo mas venhamos e convenhamos, não são nomes “elficos”.

No meu caso o problema só aumenta pois eu gosto de nomear tudo. Não tenho a pretenção de criar um idioma do zero, não tenho tempo nem capacidade para isso mas gosto de criar nomes com significados.

Atualmente eu utilizo três sistemas para isso: Ou eu crio um nome do nada, misturando sibilas, sons e depois fico quebrando a cabeça para arranjar um significado, como por exemplo o nome dos reinos de Arlon e Erdan (aliás, na parte de extra tem um texto sobre a origem de ambos os reinos o significado de seus nomes), que é o método mais “difícil” ao meu ver, ou eu pego palavras de um idioma e simplesmente modifico levemente (num texto meu não relacionado ao “universo” de Nortivy aparece um machado de guerra chamado “Worakre”, que veio do inglês “war axe”, que significa justamente machado de guerra) ou, por fim, misturo palavras de idiomas diferentes. 

Aqueles que já tiverem baixado o Guia de Material Complementar de Noritvy, disponível para ser baixado aqui no site já devem ter notado que lá tem um calendário com o nome dos meses de Noritvy. O nome dos meses eu criei misturando japonês com francês, sim, isso mesmo que você está lendo. Uma mistura exótica, não? Eu defini que o ano teria doze meses, peguei o nome dos número de 1 a 12 em japonês e em francês e misturei, pegando a primeira sílaba do número em francês com a primeira sibila do número em japonês. 

Uma curiosidade básica: em japonês os números onze e doze são escritos como se fossem “dez um” e “dez dois”, no caso “juuichi” e “juuni” e assim, quando eu criei o nome dos meses misturando japonês com francês, os três últimos meses, o décimo, o décimo primeiro e o décimo segundo acabaram terminando em “ju”, no caso “Diju”, “Onju” e “Douju” respectivamente.

E você, leitor? Já tentou criar palavras novas ou mesmo um novo idioma? Como você fez? Conte nos comentários. 

Mais um texto

Seguindo a minha proposta de manter este blog mais ou menos ativo, dentro do possível e disponibilizando mais material para vocês, leitores, acrescentei mais um texto (ou seria um ensaio?) na parte de textos. Cliquem e confiram!

7 anos

7 anos, 7 anos que o meu primeiro livro foi lançado. Muito tempo, não? De lá para cá se seguiram mais quatro livros, perdi amigos, ganhei amigos, mudanças de emprego, fios brancos na cabeça e muitos projetos novos para terminar.

Acho que nesse ínterim a única coisa que não mudou de fato na minha vida foi o meu status civil, continuo, como diz a canção, “solteiro no Rio de Janeiro…”.

E você, leitor? Como a sua vida mudou nos últimos sete anos?

1ª Promessa

Bem, já posso dizer que uma das promessas de 2019 foi cumprida e não, não foi terminar o tijolo mas foi algo quase tão legal quanto.

Se vocês forem na “aba” ou “botão” Extras na faixa azul acima aqui da postagem do site e clicarem nele verão que há uma opção nova: “Textos” e nesta tem dois textos inéditos disponíveis: “A Elfa Negra” e “Sombras do Passado”, dois textos bem curtos, um com duas laudas (aquela pagina do Word, sabe?) e o outro com dezessete laudas.

Espero que agradem! Um bom e caloroso janeiro à todos!

2018 (quase 19)

Sim, faz mais de um ano que não atualizo isso aqui. A essa hora os poucos leitores que acompanhavam esse blog (fora os spammers russos e americanos) já devem ter desistido deste pobre escriba.

Infelizmente (ou felizmente, na verdade porque eu gosto dele) eu tenho outro emprego e dentro da correria deste e da vida moderna, eu acabei assumindo um ritmo de escrita mais lento do que o do autor de Game of Thrones. Ok, eu tenho a vantagem em cima dele do fato de não ser gordo, ser bem mais novo e gostar de exercitar. claro, se formos comparar, por outro lado, a fama e a conta bancaria, ai eu perco de goleada.

E para aqueles que acham que estou exagerando, meu ultimo post aqui, à quase um ano e quatro meses comemorava o fato de eu terminado o paragrafo 55. Bem, desde então eu terminei somente mais um. Isso porque uma das minhas metas para 2018 era terminar o tijolo. E não, não me botarei isso como meta para 2019

Mas calma, eu prometo que vou terminar o tijolo. Quando e em que ano, infelizmente não posso prometer mas vou acabar ele sim. Detesto deixar uma boa historia sem fim.

O que eu prometo (embora não sei se eu vá conseguir) é tentar atualizar mais este blog/site, tentar por mais material extra, mais curiosidades, mais mapas, símbolos e outros conteúdos referentes ao mundo de Noritvy aqui. Se a “JK” pode ter o Pottermore, porque eu não posso ter o meu site com conteúdos extras também? E que fique bem claro, não estou me comparando com ela. Eu me comparar com ela seria como uma pulga se comparar com um leão. E não preciso explicar quem é a pulga, não é mesmo?

Antes que eu me esqueça, eu termino esse post com uma promessa que eu pretendo cumprir, só não sei se antes do réveillon ou depois: vou disponibilizar aqui um pequeno e-book, editado e montado por mim (alta chance de ficar meio tosco) com dois contos inéditos.

Então é isso! Um bom natal e um excelente 2019 para todos nós!