Livro

Volume III – Onde Comprar – PT 1

Bem, o Volume II, como prometido, já está no ar, ainda no mês de Agosto. Quer dizer, parte, pois no ar só está a versão digital para o Kindle.

O pod deve ir para o ar em dois dias no máximo.

E os links? Podem ser conferidos aqui em cima no “Aonde Comprar” 🙂

Volume III

É caros leitores, o volume III de “Crônicas de Noritvy” vai ficar mesmo para agosto pois minha querida editora Noga Sklar se encontra “enrolada” com mais um grande sucesso da KBR.

Mas, não se preocupem, de Agosto não passará e este volume vira recheado de materiais extras. Aguardem e verão.

E, para saciar sua curiosidade, deixo-vos a capa do Volume III:

 

Numero 1

Advinhem quem chegou a figurar como o numero 1 em fantasia na Amazon semana passada?

Se pensaram em “O Retorno”, bem, acertaram!

Novidades

Olá de novo. Sei que prometi postar aqui quando o Volume II já estivesse disponível para compras mas, minha vida anda tão doida que atualizei a pagina, coloquei o link para compra na barra fixa e esqueci de postar aqui.

Pois bem, “Crônicas de Noritvy – Volume II” já está à venda, via Amazon. Tanto para Kindle quanto em papel.

Infelizmente a Amazon mudou o sistema de entrega, o que lerdou um pouco a entrega dos livros (da antiga uma semana para um mês) mas estou torcendo para que eles finalmente montem uma gráfica aqui no Brasil, como já foi ventilado, o que facilitaria e muito a nossa vida.

Bem, acho que por hoje é só. Um grande abraço a todos.

Volume II

Bem, diferente do que prometi, o volume II de “Crônicas” não saiu em Março, mas foi uma decisão em conjunto da minha editora comigo e, já até posso adiantar: o volume III sairá em julho, no mês de aniversário deste pobre escriba.

Mas não é do meu aniversário que se trata esse post, certo? Então vamos começar com algo legal, a capa:

Essa capa foi a segunda proposta que me foi enviada por minha editora, Noga e me agradou por que combina com o subtítulo do volume: Filhos.

Agora, sobre o conteúdo do livro. Bem, o volume II reúne dois textos, mostrando aventuras protagonizadas pela nova geração de aventureiros de Noritvy, filhos e sobrinhos dos heróis de “O Retorno”.

O deixei curioso, leitor? Ótimo, essa era a ideia. E, assim que for lançado, avisarei aqui e, como sempre, incluirei o link na barra do topo do site.

Março!

Desta vez não vou pedir desculpas pelo atraso, acredito que todos já estejam acostumados com os meus sumiços.

Pois bem, março chegou e, neste mês, se nada der errado, sairá o volume II de Crônicas. Quem estará estrelando esse novo volume? Bem, isso vocês só vão descobrir comprando e lendo o livro. Eu detesto “spoilers”, logo, porque eu colocaria um?

Além disso, hoje eu fiz algo que à muito tinha que fazer: reorganizei o link “Aonde Comprar” que tem na barra do topo, deixando-o mais dinâmico. Espero realmente que gostem.

E, por fim, adicionei, em versão .pdf e .mobi uma história curtinha que escrevi sobre o reino de Sudher, aquele que foi o mais famoso reino do continente de Noritvy. É só ir em extras e clicar em Material Complementar.

Um bom carnaval à todos!

Crônicas – Volume I

Sim, eu estava devendo esse post aqui. Por mais que já tivesse divulgado o novo livro no Face, eu estava em divida com o blog. Divida essa que finalmente vou conseguir saldar. Infelizmente fim de mês, plantões e outras coisas mais me enrolaram mas agora as coisas estão andando. E, bem, eis ai a capa do novo livro:

Bonita, não? Para variar devo reconhecer que minha editora Noga Sklar acertou a mão. Agora, se você não deseja julgar um livro só pela capa, caro leitor e deseja conhecer o conteúdo dele, bem, é bem fácil:

Para aqueles que gostam do bom e velho livro de papel, basta clicar aqui.

Para os afeitos ao Kindle, basta clicar aqui e começar a lê-lo em instantes 🙂

Um novo livro, como prometido

No ultimo post aqui, eu havia prometido um novo livro para dezembro e, como promessa é divida, está aqui ele:

Capa DRagões

Tá, a capa ficou bonita mas, do que se trata, podem perguntar alguns. Bem, eu poderia ficar horas e horas escrevendo sobre ele mas acho que ninguém teria paciência para ler, não é mesmo? Então deixo-lhes uma pequena sinopse:

“Navegando num universo mágico, em pleno Rio de Janeiro do século XXI, uma intrépida equipe de jovens heróis sob o comando de dragões ancestrais, protetores da Terra, combate a ameaça do mal enquanto se prepara para a vida adulta, através dos poderes da magia e do poder do amor.”

Ficaram curiosos? Espero que sim. Para adquiri-lo em papel, apenas clique aqui ou, se és da turma do Kindle, clique aqui

Um mês?

Não posso dar data precisa, pois esta ainda não me foi passada por minha querida editora, Noga Sklar, mas, a principio, caros leitores, em setembro estará sendo lançado “Crônicas de Noritvy”, um livro de contos que mostrará o destino de vários personagens de “O Retorno” e introduzirá muitos novos personagens.

E, tudo indica, terá duas ilustrações do meu grande amigo e colaborador de longa data, Nikolas Guilbor.

Bem, quem viver, verá, ou melhor, lerá, não é mesmo?

Um grande abraço e um bom domingo à todos!

Bandeiras e Brasões

Brasões e Bandeiras

Após falar dos brasões das famílias, hoje vou falar sobre a criação das bandeiras e dos brasões dos reinos e de suas capitais. Este é o post que eu disse que tinha que ter vindo antes do post anterior mas que eu resolvi inverter a ordem. E vocês já saberão o porque em breve.

Arlon & Erdan: Impossível falar de um sem falar de outro e, sendo assim, falarei dos dois ao mesmo tempo. Arlon tem o único brasão descrito em “O Retorno” e, ainda assim, mal e porcamente: eu apenas falo que é dividido em quatro campos, reunindo o azul da rainha com o vermelho e branco do rei e com a rosa da rainha no campo superior direito do brasão.

Na hora de passa-lo para o papel, bem, aí foi mais complicado. De cara eu havia decido que o brasão dos Fornorimar (a família do rei) seria uma fortaleza amarela e decidi que ela e a rosa da rainha ficariam em diagonal e ambos sob campos azuis.

Restava então o vermelho e branco do rei. No desenho original, em menores dimensões e com pior resolução gráfica, eu coloquei os dois campos restantes como brancos com uma borda vermelha e, aparentemente ficara bom.

Feito o brasão de Arlon, decidi bolar o de Erdan. Se o de Arlon era dividido em quatro campos, o de Erdan seria dividido em dois. Se o de Arlon era azul, vermelho e branco, decidi que o de Erdan seria verde, vermelho e branco, com o verde fazendo referencia à fertilidade das terras do reino. E assim o brasão de Erdan ficou sendo um brasão dividido em dois onde a metade esquerda (de quem olha) era verde, lisa e a outra branca com uma borda vermelha (como em Arlon) com o castelo dourado do rei no centro.

Algum tempo se passou, lancei o livro, comecei a bolar o site e resolvi refazer o brasão usando imagens heráldicas vetoriais que eu achara na internet.

Quando eu refiz o brasão de Arlon, de cara o campo branco com borda vermelha não me agradou muito mas eu resolvi manter. Agora, quando refiz o de Erdan, bem, com o perdão da má palavra, ficou uma merda. E resolvi, por falta de idéia melhor, que ele passaria a ser meio verde, meio vermelho, sem branco.

Um pouco frustado com os brasões, resolvi desenhar as bandeiras para me distrair. Enquanto eu nao conseguia chegar à um formato definitivo para a bandeira de Arlon, a de Erdan foi simples: uma bandeira com três listras, a superior verde, a do meio branca e a inferior vermelha, num tom mais escuro que o do brasão , onde o verde representaria a prosperidade, o branco a paz e o vermelho escuro o sangue que precisou ser derramado para alcançar os dois primeiros. Desenhado tudo, olhei e pensei: “pqp, ta parecendo a bandeira da Hungria” mas, como eu gosto da bandeira húngara, mantive o desenho e passei a me ocupar dos brasões e da bandeira de Arlon.

Acontece que, pesquisando por idéias na internet, não me lembro por que, eu abri uma imagem do brasão da Hungria e um estalo me ocorreu. Em vez do campo branco com borda vermelha ou do campo todo vermelho, porque não usar um campo listrado vermelho e branco? E antes que me perguntem, o brasão da Hungria é dividido em dois campos verticais onde o campo da direita do brasão é vermelho e branco listrado e o da esquerda vermelho com colinas verdes na base e uma cruz branca fincada no topo destas.

Para não ficar uma copia total, mantive o campo verde todo verde e à direita do brasão de Erdan e o campo listrado à esquerda com o castelo no centro.

Apliquei o padrão listrado no brasão de Arlon e esse ficou igualmente bom. Tendo aprontado os dois brasões e a bandeira de Erdan, faltava apenas a bandeira de Arlon. E, acreditem, não foi fácil.

Eu fiz 12 modelos de bandeira antes de escolher um, com a ajuda do meu irmão e do meu amigo e colaborador Nikolas. Tentei padrões de listras diagonais, cruzes centrais (como a da bandeira inglesa), cruzes nórdicas (como a da bandeira sueca) usei vermelho e branco, vermelho, azul e branco e até vermelho, branco e amarelo e nada.

Por fim, pensei: “Se Erdan é a Hungria, por que não Arlon ser a Áustria?” Desenhei uma bandeira com três listras horizontais iguais, duas vermelhas e uma branca, onde as vermelhas representariam as montanhas que cercam o reino e a branca o vale onde o reino fica e, dentro do campo da “homenagem ao antigo reino do sul de onde veio a rainha” acrescentei duas finas faixas azuis separando as faixas vermelhas da branca.

Reino Alado: para contrastar com o vermelho e branco abundante em Erdan e Arlon, de cara decidi que as cores do Reino Alado seriam o verde e o amarelo.

O brasão da capital alada tem uma concepção simples: uma águia dourada (que representa o povo) surgindo de trás de colinas verdes (que representam as montanhas onde se situa o reino) e uma coroa aos pés da águia, representando o poder real.

A bandeira foi mais simples ainda mas me agradou profundamente e é até hoje uma das minhas favoritas: uma águia dourada, no estilo usado pelas legiões romanas num fundo verde com uma borda dourada. Simples mas funcional, não?

Griffia: para o reino dos bravos anões cavaleiros de grifos, escolhi as cores cinza e amarelo, uma combinação não usual, com o cinza representando as rochas da cordilheira central (onde fica o reino) e o amarelo a riqueza extraída desta.

O brasão da capital, Tilania, é dividido em quatro campos, dois cinzas e dois amarelos, onde, nos campos cinzas, se vê dois machados dourados cruzados e, em cada um dos amarelos, um grifo cinza.

A bandeira de Griffia é simples: dividida em dois campos verticais, um cinza e um amarelo, com um grifo em cada campo, na cor do campo oposto e encarando o outro grifo. De todas é a que menos me agrada mas, por outro lado, não consegui pensar em nada diferente.

Reino das Montanhas Negras: o outro reino dos anões. Para este escolhi as cores negra (referencia obvia ao local onde ele fica) e dourado, como símbolo de prosperidade.

Assim como na maioria dos casos, primeiro eu criei o brasão, no caso, da capital, a cidade subterrânea de Negrurian. O brasão é dividido em uma área dourada, inferior e uma negra, superior, na proporção 2:1, com a diferença de que, em vez de fazer uma linha reta separando as duas cores, optei por fazer um denteado, como se houvessem montes dourados penetrando o negro ou estalactites negras penetrando o dourado. E a idéia desse desenho é dupla, com a linha denteada representado tanto a fortuna acumulada pelos anões sob os seus tetos de rocha negra quanto as estalactites que descem do teto.

Na faixa negra optei por pôr duas ferramentas douradas cruzadas, representando o trabalho anão e, na dourada, optei por pôr uma roda dentada negra, representando a engenharia anã.

A bandeira é simples mas como eu imagino os anões das montanhas negras como um povo simples, combina com eles. Ela é toda negra, com borda dourada e as mesmas ferramentas presentes na faixa negra do brasão de Negrurian.

Acho que por hoje é só leitor. E sim, desta vez não coloquei links para os brasões, mas por um bom motivo: se fores na barra do topo do blog e apertares em “Extras”, surgirá varias opções, dentre elas “Bandeiras” e “Heráldica” onde poderás ver os brasões dos quais falei aqui.

Até um outro dia!

Ps: se quiseres perguntar algo ou comentar qualquer coisa, é só escrever aqui embaixo!